Acabou a luz. E agora ?

Como diz uma famosa rádio de São Paulo, choveu, apagou.

Basta uma chuva pra que semáforos, prédios, casas, fiquem sem luz. Hoje foi nossa vez.

Na fábrica ficamos sem luz. Já bate aquele desespero de atrasos de entregas, queda de faturamento, Levy Fidelis presidente e, por aí afora.

Não preciso dizer que ligar na Eletropaulo pra receber previsão de retorno é igual a perguntar pra marmota se o inverno vai ser longo ou não.

Gerador ? Não. Caos total, você diz.

Nada disso. Como é uma situação rotineira em São Paulo, já temos definidas tarefas que podem ser desempenhadas sem energia.

É importante na gestão de um negócio, seja qual for, que sejam identificados pontos de risco, para que prontamente o famoso plano B entre em ação.

Como exemplo, no nosso caso, são realizadas tarefas de produção que não envolvem equipamentos, o escritório continua a rotina com No-Breaks e organizamos pequenas palestras, para lembrar de segurança, produtividade entre outros.

É isso aí. Se nascemos como civilização sem luz, faltar um pouco só nos lembra que sem luz vai, sem criatividade e planejamento para!

Sun between fingers

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